enterrado vivo

Enterrado Vivo (2010), de Rodrigo Cortéz. Um suspense que aposta na claustrofobia em que, não bastando estar a sete palmos em um caixote, o personagem principal se vê preso por conta da… burocracia? Sim!

Paul foi  preso e enterrado vivo em um caixão depois de ser capturado por insurgentes enquanto fazia um trabalho para uma empresa norte-americana. No caixão, um celular com área. É de um humor-negro muito forte que o personagem, com oxigênio contado, fique em linhas de espera, sendo transferido de ramal em ramal, ouvindo gerúndios das atendentes. O filme é todo assim. Em umas das melhores cenas, o gerente de RH (nada é mais burocrático que essa profissão) trava um contato empresarial enervante com o seu funcionário, como se estivessem acertando as contas, um em cada lado da mesa.

O filme leva toda sua projeção ali, preso em alguns poucos metros quadrados. Corajoso. E melhor que isso: eficiente. Se sai muito bem em nos fechar tensos ali juntos com Ryan Reynolds, em boa oportunidade para sua carreira pequena, se sobressaindo. Erra em alguns momentos, como a inserção de terceiros e um clímax óbvio e irregular. E se acerta em um momento de emoção – a de contato direto -, erra em outro – a gravação do vídeo emotivo. Mas o saldo é muito positivo.

Um suspense excelente. Minha lista aqui aqui mais abaixo merece um adição.

Filmes citados:
Enterrado Vivo (Buried) ****

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Uma resposta para “enterrado vivo

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