não minha filha, você não irá dançar

Como nos outros filmes de Honoré, os conflitos não tem cenas de clímax. Esse estão compostos nas características de seus personagens, em cenas cotidianas que parecem vazias e na lembrança de outros filmes do diretor. A pequena ponta de Louis Garrel nesse filme, é exemplo. Quase fora de um filme do diretor francês depois de três consecutivos, sua aparição vem para se conectar em uma personagem feminina, o pessoa de Honoré dessa vez. A personagem é o conflito de toda a história. É a “revolucionária”, como diz o personagem de Garrel, tentando viver em vida comum. Tentando se adaptar às mesmas convicções de sua família. O que já é problema, visto que sua família também não é exemplo de qualquer paz.

Essa persona conflituosa é muito bem vivida por Chiara Mastroianni, que parece dar conta do olhar e do como é olhada. A mãe de duas crianças ao mesmo tempo que parece infantil, em seu ego, é forte, ainda que fora de controle. Mas o fora de controle é sempre o ponto de chegada de Honoré.

não, minha filha, você não irá dançar (non, ma fille, tu n’iras pas danser – 2009, dir.: christophe honoré) starstarstar

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2 Respostas para “não minha filha, você não irá dançar

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