santiago

Um trabalho muito bonito. O cinema sai da forma (de 1992) e entre na substância (em 2006). Já não é mais um filme sobre o mordomo Santiago – há através do registro (sua paixão) uma homenagem, sem dúvidas – , mas é sobre enxergar tanto tempo depois de assistir. E João Moreira Salles o faz para nós, deixa de seu o particular. Até chega a assumir ar de reparação, mas não procura algozes. Há um documentário, sem dúvidas.

santiago (idem – 2006, dir.: joão moreira salles) large-red-starlarge-red-starlarge-red-starlarge-red-starlarge-red-star

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