o pacto / clube do suicídio

suicide

O Japão tem a mais alta taxa de morte por suícidio do mundo, a razão são uma série de obrigações culturais, e causar a própria morte  seria mais digno que a vergonha. Também tem o Japão a maior taxa de suícidio juvenil do mundo. Não obstante aos problemas comuns da adolescência, a influenciabilidade, os jovens japoneses têm uma obrigação de superação, de êxito progressivo e com o início da programação e da obrigação adulta, seus futuros definem-se nesse momente.

“Clube do Suicídio” é muito mais sobre a ação do que a razão desses dados. É um filme de horror, e com isso, é exemplar. Algumas característica adolescentes e midiáticas também são muito bem exploradas. Mas o filme prefere se criar cult e se fazer-se muito mais complexo do que é. A segunda metade adiciona quase nada ao longa. Recheada de simbolismos e deslocamentos, exibidos de forma que parecem uma ruptura com todo o resto do longa, uma quebra de ritmo. Muito pouco remete o anterior da narrativa.

Mesmo que seu final não seja satisfátorio, “O Pacto” (como foi chamado no Brasil) merece ser visto mesmo que seja apenas pelo bom gosto das cenas de gore. A cena inicial (e uma frase de explicação dada mais tarde ainda a torna mais atormentadora), o suicídio na escola, e a mãe picando legumes, são provavelmente antológicas dessa década.

o pacto / clube do suicídio ( jisatsu sâkuru – 2001 dir.: sion sono ) large-red-starlarge-red-starlarge-red-star

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